Equador exporta energia para a Colômbia após recuperação de energia hidrelétrica

  • Mais de 11.000 MWh enviados para a Colômbia em um fim de semana
  • Renda e poupança combinadas de US$ 3,3 milhões
  • A manutenção na Coca Codo Sinclair restaurou 750 MW e retornou 1.500 MW de capacidade.
  • Preços: 3,9 e 4,8 centavos por kWh; opção de troca disponível

Troca de eletricidade entre países andinos

Com taxas de fluxo favoráveis ​​e excedentes hidrelétricos disponíveis, Equador vendeu eletricidade para a Colômbia durante o fim de semana de 27 e 28 de setembro, numa operação que contou com a recuperação de energia em sua usina principal.

Segundo dados oficiais, o país colocou no mercado vizinho mais de 11.000 megawatts-hora (MWh) e obteve um retorno econômico conjunto de 3,3 milhões de dólares, somando a receita das vendas com a economia proveniente do menor uso da geração térmica.

O que aconteceu e em que números isso se traduz?

As autoridades energéticas detalharam que no sábado foram enviadas 3.961 MWh com um preço de liquidação de 3,9 centavos por kWh, enquanto no domingo o volume aumentou para 7.186 MWh a 4,8 centavos por kWh.

O equilíbrio económico comunicado pelo Governo integra tanto a receita de exportação como a economia derivada da não ativação de usinas térmicas fora do horário de pico nos fins de semana.

  • Volume total estimado no fim de semana: > 11.000 MWh.
  • Preços de venda: 3,9 y Centavos 4,8 por kWh, dependendo do dia.
  • Renda e poupança combinadas: US$ 3,3 bilhões.

Se as condições forem mantidas condições hidrológicas atuais, as negociações podem continuar até o início da segunda-feira, antes do pico da demanda doméstica, de acordo com declarações do setor.

Exportação de energia elétrica do Equador para a Colômbia

Por que o transporte marítimo foi possível: manutenção e taxas de fluxo

A chave foi a intervenção técnica na fase I do Coke Elbow Sinclair, a maior usina hidrelétrica do país, que recuperou 750 MW e voltou a operar em sua capacidade nominal de 1.500 MW, segundo informações divulgadas pelo Governo.

Com esta energia restaurada e o aumento das taxas de fluxo, a uso de geração térmica e os excedentes surgiram em períodos de baixa demanda, especialmente no início da manhã e nos fins de semana.

Ser um personagem central fluindo (de passagem), a maior disponibilidade de água traduziu-se numa energia mais imediata para a Sistema Interligado Nacional, que conseguiu destinar parte desse saldo à exportação.

A operação foi coordenada entre o Ministério competente, o Operador Nacional de Energia Elétrica (CENACE) e o estado CELEC, organizações que destacaram a melhoria na confiabilidade do sistema após os trabalhos de manutenção.

Fluxo de energia hidroelétrica e transfronteiriça

Impacto regional e contexto recente

Envio de excedentes beneficia ambas as partes: Equador coloque energia limpa no mercado regional e a Colômbia recebe suprimentos em condições competitivas durante momentos-chave do sistema.

Os números contrastam com a situação vivida no ano anterior, quando uma seca severa levou a interrupções planejadas no Equador e destacou a vulnerabilidade da matriz em caso de seca.

Desta vez, o reforço da capacidade disponível e a gestão da procura permitiram satisfazer o consumo nacional e, simultaneamente, exportar sem tensão para o sistema interno.

As declarações enfatizam que a margem para prolongamento da troca depende do comportamento do taxas de fluxo e o aumento da demanda no início da semana, o que limita o espaço para continuar comercializando os excedentes.

O que aconteceu confirma que, com mantimento preventivo e condições hidrológicas favoráveis, a infraestrutura hidrelétrica do Equador pode sustentar exportações específicas enquanto abastece o mercado local, fortalecendo a integração energética com seu vizinho.

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