A RIC Energy construirá uma usina de hidrogênio verde em Torrelavega.

  • Cronograma: Desenvolvimento até abril de 2027, construção entre maio de 2027 e fevereiro de 2030, início em março de 2030.
  • Investimento estimado em mais de 700 milhões de euros e previsão de 60.000 toneladas de e-SAF por ano.
  • Pedido de projeto estratégico submetido em 4 de setembro, com prazo de três meses para resolução.
  • Processamento sujeito à restauração ambiental do antigo local da Sniace e coordenação com as agências envolvidas.

Usina de hidrogênio verde em Torrelavega

O futuro planta de hidrogênio verde que a RIC Energy planeja localizar nas antigas terras da Sniace, em Torrelavega, está avançando com seu processamento dentro de um cronograma definido. Segundo o Ministro da Indústria, Eduardo Arasti, o projeto encontra-se em fase preparatória, com previsão de início de construção em 2027 e entrada em operação comercial em Março de 2030.

Durante o interrogatório parlamentar, foi detalhado que a iniciativa visa garantir a sua viabilidade técnica, financeira e ambiental antes de prosseguir com a construção. Embora tenham surgido dúvidas por parte da oposição, o governo regional enfatizou a solvência dos promotores e que a empresa já alocou cerca de 10 milhões de euros para a compra de terras e procedimentos iniciais.

Cronograma e fases do projeto

  • Fase de desenvolvimento e planejamento: até abril de 2027, com estudos, licenças e projeto detalhado.
  • Construção: entre maio de 2027 e fevereiro de 2030, incluindo montagem de equipamentos e integração de infraestrutura.
  • Início da operação: planejado para março de 2030, assim que os testes e a verificação forem concluídos.

Segundo a Indústria, os indicadores coletados indicam que o trabalho anterior está avançando no direção correta, embora o calendário esteja sujeito aos resultados das autorizações e à disponibilidade do infraestrutura necessária.

Investimento e capacidade associada

A iniciativa prevê um investimento global superior a 700 milhões de euros. Paralelamente, as previsões da empresa vinculam o projeto à fabricação de combustíveis de aviação sustentáveis ​​(e-SAF), com uma meta de produção anual de cerca de 60.000 TONELADAS, em linha com os objetivos de descarbonização do setor.

Até à data, a RIC Energy já desembolsou perto de 10 milhões euros entre a aquisição do terreno e os procedimentos preliminares. Estes recursos destinam-se a garantir a maturidade técnica do projeto, fortalecer sua estrutura financeira e manter o ritmo dos procedimentos administrativos.

Processamento e declaração de projeto estratégico

Em 4 de setembro, os promotores solicitaram a declaração de projeto estratégico nos termos da Lei de Simplificação Administrativa. O pedido encontra-se atualmente em fase de consulta, com prazo previsto de três meses para a sua resolução, o que poderá agilizar o processo caso este estatuto seja concedido.

Paralelamente, o governo regional destacou a complexidade técnica do projeto, vinculado tanto à conexão com a infraestrutura quanto aos requisitos ambientais do local. Este ponto é decisivo para atender aos pré-requisitos para qualquer autorização substantiva e para futuras implementação industrial.

Restauração ambiental do antigo sítio de Sniace

Uma das condições-chave é completar o restauração ambiental Área industrial da Sniace. Até que este processo seja concluído, novas licenças não poderão ser promovidas nem as atividades poderão ser iniciadas no local, portanto, os prazos administrativos e de construção dependem do cumprimento deste marco. todas as garantias.

A restauração é uma etapa preliminar que se enquadra nas atuais obrigações e diretrizes legais Proteção Ambiental necessário para projetos desta magnitude, que devem dar segurança tanto à administração quanto aos promotores e cidadãos.

Posições institucionais e debate político

Durante o debate parlamentar, o Conselheiro Arasti defendeu que “não é apropriado semear dúvidas”, destacando a solvência dos promotores e o cumprimento progressivo das etapas. Do Grupo Socialista, a deputada Ana Belén Álvarez transmitiu perguntas e advertências sobre o escopo do investimento e o prazo, fomentando uma troca focada na transparência e no rigor na execução.

O executivo regional insiste que o único critério será a cumprimento escrupuloso dos regulamentos, especialmente em questões ambientais e de autorização, e enfatiza que o progresso será comunicado à medida que marcos administrativos e técnicos verificáveis ​​forem alcançados.

Próximos passos

As tarefas imediatas são continuar a coordenar a empresa com o organizações envolvidas, concluir estudos e licenças e finalizar a engenharia detalhada. Também estão previstos trabalhos sobre acesso à infraestrutura e requisitos para construção uma vez concluídas as etapas preparatórias.

Caso os prazos se confirmem, o projeto prevê o início das obras em 2027 e a entrada em operação em Março de 2030A Administração e a empresa sustentam que, com a restauração da instalação e as autorizações em ordem, estão sendo tomadas medidas consistentes para levar a usina à fase operacional. exploração comercial na data programada.

O desenvolvimento, o investimento empenhado e o processamento em curso delineiam um projeto de grande importância para Torrelavega, sujeito a exigentes marcos legais e ambientais. Com a candidatura estratégica do projeto em andamento, a ênfase está na conclusão da fase técnica e administrativa, na garantia da restauração do terreno e no estabelecimento de um cronograma que prevê a construção em 2027 e a operação em 2026. 2030.

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